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sábado, 18 de abril de 2020
domingo, 29 de março de 2020
Leitura da Semana
Mabel Veloso nos leva a uma bonita e encantadora viagem a Santo Amaro, na Bahia,...
Leya e Casa da Palavra @editoraleya
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quinta-feira, 26 de março de 2020
terça-feira, 24 de março de 2020
Resenha
Título: Despertar Quântico
Autor: Rogério Sanches Buso
Páginas: 178
ISBN: 978-85-516-0170-9
Formato: 16 cm x 23 cm
Categoria: Humanidades
Giostri Editora
Release:
A leitura propõe a
reflexão acerca de temas importantes para entender melhor a chamada mudança
planetária, passando dicas para o dia a dia para entender e entrar em sintonia
com as mudanças que estão acontecendo interna e externamente, e como
utilizá-las a seu favor.
São trabalhados dois
objetivos: o Despertar, que nada mais é do que sair de um período de sono ou
ignorância, para conseguir entender a sua realidade de uma forma verdadeira; e
a conexão com sua verdadeira essência, desenvolvendo uma visão Quântica do
universo, que nada mais é do que conhecer e utilizar as energias que
influenciam as nossas vidas, e o de ensinar cada um a ter uma visão crítica
sobre o que encontra à sua volta para adaptar o conhecimento à sua realidade.
Resenha:
O livro O
Despertar Quântico é uma obra de reflexão
abrangente entre dois polos, o Despertar e a visão Quântica.
Através de um olhar criterioso o autor nos leva a entender a abrangência da
estrutura holística do ser. Rogério
Sanches Buso, nos leva a compreensão clara e objetiva da importância dos ciclos
de vida, com isso possibilitando uma visão clara do processo holístico universal,
onde o individuo tem o papel fundamental.
No entanto, já no final do livro tem um
capítulo “O despertar e a Iluminação” há um fragmento de suma importância que é
“Seja você mesmo”: Para ser você mesmo. Ser feliz e encontrar o caminho do meio
é preciso olhar para dentro de si e para a sua essência, reconhecer seus medos,
sentimentos, personalidade, traumas, bloqueios, conquistas, derrotas, erros,
acertos, qualidades e tudo, simplesmente tudo que tem ligação com o seu
verdadeiro eu, pois uma pessoa é a junção de tudo isso.
Resenha
Claros e Escuros
Identidade, povo, mídia e cotas no Brasil
Autor: Muniz Sodré
Identidade, povo, mídia e cotas no Brasil
Autor: Muniz Sodré
Código ISBN: 9788532621689
Formato: 13,0x21, 0 cm
Acabamento: brochura
Número páginas: 272
3ª edição
Ano de lançamento: 2015
Formato: 13,0x21, 0 cm
Acabamento: brochura
Número páginas: 272
3ª edição
Ano de lançamento: 2015
Editora: Vozes
Release:
Esta obra
implica uma reinterpretação da vida nacional com apelo as novas variáveis e
novos atores sociais. Trata-se de uma obra perfeitamente afinada com a
atmosfera reflexiva em torno dos quinhentos anos de Brasil. O que distingue a
análise de Muniz Sodré de outras obras de explicação geral do Brasil é a
leitura hermenêutica de forma social brasileira, atravessada por estratégias de
singularização dos afrodescentes, mas a partir de uma visão também interna às
comunidades negras. O ser nacional resulta daí como uma complexa
heterogeneidade.
Autor:
Muniz Sodré é
professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisador (CNPq)
e escritor, com dezenas de obras publicadas, que versam sobre a mídia e
comunicação, cultura nacional, técnica de texto jornalístico e ficção (novelas
e contos), alguns dos quais traduzidos na Itália, Espanha, Bélgica, argentina
Cuba e Alemanha. É professor conferencista em várias universidades
estrangeiras. Foi presidente da Fundação Biblioteca Nacional (2005-2010).
Resenha:
O proeminente
escritor nos presenteia com a sua obra “Claros e Escuros”: identidade, povo,
mídia e cotas no Brasil. Numa linguagem prática e clara, evidencia o que é
brasileiro? Partindo para uma reflexão em torno dos quinhentos anos de Brasil. Segundo
Sodré, “são evidentemente diferentes
os fenótipos ou aparências (forma, cor, estatura), que correspondem a
manifestações do patrimônio genético e, portanto, ensejam a caracterização de “tipos
físicos” ou “tipos étnicos” variados. As etnias ou as etnicizações são
geralmente artefatos conceituais criados
pelos grupos dirigentes, para melhor controlar determinadas contradições
sociais em seu movimento de construção do Estado. A percepção imediata
classifica automaticamente, a partir das noções inventadas (raça ou etnia), a
maioria dessas diferenças fenotípicas. Falar-se de “raça” só é admissível como
noção culturalmente (e jamais biologicamente) marcada, donde a possibilidade da
“relação racial”, isto é, aquela caracterizada por dessimetria nas relações
hierárquicas e simbólicas entre seres humanos em virtude de heranças
fenotípicas”.
Em
contraponto, a obra nos mostra a narrativa ficcional em José de Alencar e Nina
Rodrigues evidenciando o preconceito sobre a expressão cultural afro-brasileira
como grotescas e terríveis supertições. Já em Jorge Amado é evidente a marca da
primeira narrativa com uma visão clara da cultura afro-brasileira. E assim, o
livro através de sua leitura o “Claro e o Escuro” nos leva a entender o complexo
entendimento das nossas heterogeneidades.
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