domingo, 29 de março de 2020

Leitura da Semana



Mabel Veloso nos leva a uma bonita e encantadora viagem a Santo Amaro, na Bahia,...
Leya e Casa da Palavra @editoraleya




O essencialismo é mais do que uma estratégia de gestão de tempo ou uma técnica de produtividade. SEXTANTE @editorasextante

terça-feira, 24 de março de 2020

Resenha


Título: Despertar Quântico
Autor: Rogério Sanches Buso
Páginas: 178
ISBN: 978-85-516-0170-9
Formato: 16 cm x 23 cm
Categoria: Humanidades
 Giostri Editora

Release:
A leitura propõe a reflexão acerca de temas importantes para entender melhor a chamada mudança planetária, passando dicas para o dia a dia para entender e entrar em sintonia com as mudanças que estão acontecendo interna e externamente, e como utilizá-las a seu favor.
São trabalhados dois objetivos: o Despertar, que nada mais é do que sair de um período de sono ou ignorância, para conseguir entender a sua realidade de uma forma verdadeira; e a conexão com sua verdadeira essência, desenvolvendo uma visão Quântica do universo, que nada mais é do que conhecer e utilizar as energias que influenciam as nossas vidas, e o de ensinar cada um a ter uma visão crítica sobre o que encontra à sua volta para adaptar o conhecimento à sua realidade.
Resenha:
 O livro O Despertar Quântico é uma obra de reflexão abrangente entre dois polos, o Despertar e a visão Quântica. Através de um olhar criterioso o autor nos leva a entender a abrangência da estrutura holística do ser.  Rogério Sanches Buso, nos leva a compreensão clara e objetiva da importância dos ciclos de vida, com isso possibilitando uma visão clara do processo holístico universal, onde o individuo tem o papel fundamental.
 No entanto, já no final do livro tem um capítulo “O despertar e a Iluminação” há um fragmento de suma importância que é “Seja você mesmo”: Para ser você mesmo. Ser feliz e encontrar o caminho do meio é preciso olhar para dentro de si e para a sua essência, reconhecer seus medos, sentimentos, personalidade, traumas, bloqueios, conquistas, derrotas, erros, acertos, qualidades e tudo, simplesmente tudo que tem ligação com o seu verdadeiro eu, pois uma pessoa é a junção de tudo isso.  





Resenha


Claros e Escuros
Identidade, povo, mídia e cotas no Brasil
Autor: Muniz Sodré
Código ISBN: 9788532621689
Formato: 13,0x21, 0 cm
Acabamento: brochura
Número páginas: 272
3ª edição
Ano de lançamento: 2015
Editora: Vozes

Release:
Esta obra implica uma reinterpretação da vida nacional com apelo as novas variáveis e novos atores sociais. Trata-se de uma obra perfeitamente afinada com a atmosfera reflexiva em torno dos quinhentos anos de Brasil. O que distingue a análise de Muniz Sodré de outras obras de explicação geral do Brasil é a leitura hermenêutica de forma social brasileira, atravessada por estratégias de singularização dos afrodescentes, mas a partir de uma visão também interna às comunidades negras. O ser nacional resulta daí como uma complexa heterogeneidade.

Autor:
Muniz Sodré é professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisador (CNPq) e escritor, com dezenas de obras publicadas, que versam sobre a mídia e comunicação, cultura nacional, técnica de texto jornalístico e ficção (novelas e contos), alguns dos quais traduzidos na Itália, Espanha, Bélgica, argentina Cuba e Alemanha. É professor conferencista em várias universidades estrangeiras. Foi presidente da Fundação Biblioteca Nacional (2005-2010).

Resenha:
O proeminente escritor nos presenteia com a sua obra “Claros e Escuros”: identidade, povo, mídia e cotas no Brasil. Numa linguagem prática e clara, evidencia o que é brasileiro? Partindo para uma reflexão em torno dos quinhentos anos de Brasil. Segundo Sodré, “são evidentemente diferentes os fenótipos ou aparências (forma, cor, estatura), que correspondem a manifestações do patrimônio genético e, portanto, ensejam a caracterização de “tipos físicos” ou “tipos étnicos” variados. As etnias ou as etnicizações são geralmente  artefatos conceituais criados pelos grupos dirigentes, para melhor controlar determinadas contradições sociais em seu movimento de construção do Estado. A percepção imediata classifica automaticamente, a partir das noções inventadas (raça ou etnia), a maioria dessas diferenças fenotípicas. Falar-se de “raça” só é admissível como noção culturalmente (e jamais biologicamente) marcada, donde a possibilidade da “relação racial”, isto é, aquela caracterizada por dessimetria nas relações hierárquicas e simbólicas entre seres humanos em virtude de heranças fenotípicas”.
Em contraponto, a obra nos mostra a narrativa ficcional em José de Alencar e Nina Rodrigues evidenciando o preconceito sobre a expressão cultural afro-brasileira como grotescas e terríveis supertições. Já em Jorge Amado é evidente a marca da primeira narrativa com uma visão clara da cultura afro-brasileira. E assim, o livro através de sua leitura o “Claro e o Escuro” nos leva a entender o complexo entendimento das nossas heterogeneidades.